quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Operadora de telefonia vai a ALE/AM explicar 'apagão' no serviço em Manaus

Manaus - Com o objetivo de esclarecer o 'apagão' no sitema de telecomunicações ocorrido em Manaus na última segunda-feira (29), representantes da empresa de telefonia móvel Vivo se reuniram com o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (CDC-Aleam), deputado estadual Marcos Rotta, e com representantes Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel). A reunião aconteceu na manhã desta quinta-feira (1) na Aleam.
Além de justificar os motivos que levaram os usuários a ficarem sem serviços por cerca de 3 horas na tarde de segunda-feira, o gerente de manutenção da Vivo, Mário Jorge Gadelha,  e o gerente de divisão regional da Vivo AM/RR, José Renato Bonates, foram cobrados para que  o consumidor seja ressarcido de alguma forma. Em nota, a Vivo havia informado que uma falha no fornecimento de energia teria provocado a queda do sinal da operadora. Mas, durante a reunião, Renato Bonates, esclareceu que a falta de sinal se deu por conta de problemas com equipamentos internos. "Não houve falta de energia da concessionária. Na verdade, o que aconteceu foi uma falha do fornecimento de energia dos nossos equipamentos", explicou Bonates. Segundo ele, esse foi um caso isolado e a empresa está trabalhando para que isso não se repita. "A gente opera a quase 12 anos aqui e isso nunca aconteceu. Estamos procurando nos proteger cada vez mais para que isso não ocorra novamente", reforçou o gerente de divisão regional. A Eletrobrás Amazonas Energia também foi convidada a participar da reunião, já que a empresa havia sido apontada como culpada pelo problema na rede de telefonia. "Existiu uma interpretação errada de que o problema na Vivo teria sido ocasionado por falha de energia", falou o deputado estadual Marcos Rotta, quem solicitou a reunião de hoje. Representantes da operadora Tim, que também enfrentou problemas na segunda-feira, foram convidados. Porém, em nota, eles informaram que não poderiam participar.
Consumidor
Para o deputado estadual, o problema gerou, também,  "um prejuízo  de imagem" para um sistema de telefonia que já não é bem visto pela população. "O que nós queremos é saber qual tipo de ressarcimento que o consumidor vai ter, porque o problema aconteceu, foi reparado, mas nós queremos uma indenização.
De acordo com o gerente da Anatel, José Pires Gomes, a agência tem duas semanas para entregar os relatórios de investigação e a partir daí decidir que tipo de indenização o cliente da Vivo irá receber. Segundo Marcos Rotta, o Programa Estadual de Proteção e Orientação ao Consumidor (Procon-Am) também instaurou um procedimento administrativo que deve resultar em multa para a empresa.

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