segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dia Mundial da Saúde, comemorado no último sábado, passou quase que despercebido.

Em meio a críticas e elogios o Dia Mundial da Saúde, comemorado no último sábado, passou quase que despercebido no Amazonas. Médicos e profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) desconheciam a data. O Dia Mundial da Saúde foi instituído em 7 de Abril de 1950 quando foi realizada a primeira assembleia da Organização Mundial da Saúde. Em cada ano, a OMS aproveita a ocasião para fomentar a consciência sobre temas-chave relacionados à saúde mundial. Por conta da Semana Santa, a comemoração da data, no Brasil, foi antecipada pela OMS e lembrada no último dia 4. O tema abordado foi “Envelhecimento Saudável e Saúde das pessoas idosas”. Na ocasião foi assinado um termo de parceria entre as escolas privadas e Ministério da Saúde com o objetivo de aprimorar as boas práticas nas cantinas escolares.
Na avaliação do secretário de Estado de Saúde (Susam), Wilson Alecrim, o SUS tem sido a cada dia mais estruturado no Estado do Amazonas, e na rede de atendimento de urgência e emergência a situação é positiva. Há especialistas para atender casos de média e alta complexidade, porém, ele afirma que o grande vilão é a atenção básica de saúde oferecida pelo município. O maior problema constatado nos municípios é  que muitos pacientes deixam de ir às UBS alegando falta de atendimento ou por não apostar no serviço, e vão aos prontos-socorros  e Hospitais sendo que esses casos clínicos são de atenção básica. Isso, de acordo com Alecrim, sobrecarrega a média complexidade. “Isso é recorrente. Há casos de pessoas que vão ao pronto-socorro por conta de uma gripe. É absurdo”.
Elan Alencar
 O diretor Elan Alencar, diretor do Hospital Vinicius Conrado que fica localizado no municipio de Eirunepé e é referencia ára alguns municipios da calha do Juruá, disse ao Portal de Eirunepé que somente uma grande campanha de concientização poderia mudar essecostume, pois já virou um problema cultural, ou seja qualquer dor de cabeça procura logo o hospital! A vida inteira esse atendimento foi feito no hospital e a população não esta entendendo bem essa diferença entre hospital e atenção básica (UBS). Só uma mobilização social para resolver esse problema social. Isso pode ser feito atraves dos setores de educação e saúde juntos, nas escolas com os alunos e na saúde com os ACS, e definir os atendimentos de cada. (Hospital e UBS). Uma grande integração entre os profissionais de cada área, interessados em resolver esse grande problema. Hoje em Eirunepé exustem 04 UBS atendendo de segunda a sexta, e 03 funcionando pela manhã, tarde e noite.

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