terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Avanço de lixão pode causar desastre ambientel em Manaquiri

Em visita ao município de Manaquiri (distante a 65 quilômetros de Manaus), o deputado estadual Sidney Leite (DEM) constatou a necessidade de uma intervenção imediata no lixão que funciona a céu aberto na entrada daquele município. Em apenas três dias (os primeiros após as festas de fim de ano), o serviço municipal de limpeza da Prefeitura despejou no local 100 toneladas de lixo sem que houvesse nenhum tipo de tratamento. O município de Manaquiri não é o único a possuir um lixão a céu aberto. Esta realidade insegura dos municípios amazonenses é revelada nos diagnósticos apresentados pelos Planos Municipais de Saneamento e Gestão Integrada de Resíduos Sólidos dos Municípios do Estado do Amazonas (Plamsan), indicando que em 84% dos municípios do Estado existe sistema de coleta e destinação do lixo doméstico, mas que é depositado 100% em lixões a céu aberto, se tornando um risco à saúde pela contaminação do lençol freático e a aviação.
Na ocasião, Leite conversou com o prefeito da cidade, Guina Pureza (PRTB) sobre o perfil do lixo do município que é depositado no local para que, a partir daí, seja possível discutir alternativas para a destinação desse material, incentivando principalmente a coleta seletiva e transformando o lixo em matéria prima para geração de renda.Ainda em relação aos lixões do Estado, em agosto, o Amazonas foi destaque nacional por ter concluído em quase 100% seus planos, enquanto que a média nacional não chegou a 10% dos municípios. Foram entregues 59 planos de gestão de resíduos sólidos e limpeza pública, atendendo a lei federal nº 12.305/10 que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Os planos completos entregues contemplam os outros três eixos do saneamento básico que são: esgotamento sanitário, distribuição de água e drenagem urbana.

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