sábado, 13 de agosto de 2011

Coluna do Arthur, enviada semanalmente ao Jornal Cara Limpa

Lisboa - A queda de braço nos EUA, em torno do alargamento dos limites de endividamento desse país exibiu um Obama de liderança flébil e, no lado oposto, uma direita enlouquecida pelo desejo de chegar ao poder pela via tortuosa do quanto pior melhor. Refiro-me aos republicanos do "tea party". Geralmente quando o governo vai mal, a oposição vai bem. E vice-versa. Na maior potência mundial, incrivelmente, governo e oposição ficaram mal na fita. E, com isso, menos pelos seus méritos e mais por deméritos de seus irracionais adversários, as chances de reeleição de Obama, a meu ver, cresceram. Tipo aquele jogo do Brasil com o Paraguai, no qual ninguém marcou gol e nosso time desperdiçou quatro pênaltis. Ganhou o menos pior.

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