domingo, 14 de agosto de 2011

Aeroclube tem falhas na segurança, no controle da pista e no hangar

Matéria D24AM
A falta de controle no acesso à pista do Aeroclube de Manaus e aos hangares de empresas de taxi-aéreo é uma realidade constatada pela reportagem do DIÁRIO DO AMAZONAS, o que coloca em risco a segurança de passageiros. Na edição deste domingo, que já está à venda em Manaus, a reportagem mostra que, no terminal, não há controle alfandegário nem policial e qualquer mercadoria pode ser facilmente transportada sem fiscalização. Portando uma câmera portátil, a reportagem teve acesso às áreas onde os aviões ficam estacionados, em
três hangares  pertencentes às empresas  Amazonaves, Emar e Tio Taxi Aéreo. As imagens você confere com exclusividade no Portal D24AM. Dentro dos galpões, operários trabalhavam na manutenção de helicópteros e aviões de pequeno porte. Sem se identificar, a reportagem passou próximo aos trabalhadores e chegou a conversar com alguns que não questionaram a presença estranha no local. Na área onde ficam os aviões usados nas aulas de pilotagem, qualquer pessoa podia entrar em um modelo bimotor pertencente a Organizações Flores de Aviação Ltda. De acordo com o gerente administrativo do Aeroclube, José Neri Portela, a segurança do acesso ao local  é realizada por pessoas contratadas pela administração. “Nossa orientação é que apenas pessoas autorizadas tenham acesso aos locais restritos”, afirmou. Ao ser informado que a reportagem do DIÁRIO teve acesso a diversos setores, o gerente disse que só falaria pessoalmente. Quando a reportagem se dispôs a ir ao seu encontro, Neri afirmou que não poderia atender porque iria lecionar uma aula. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o Aeroclube de Manaus é uma entidade particular e tem administração própria sem vínculo com o órgão federal.

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