Detentas da Cadeia Pública Raimundo Vidal fizeram um motim neste domingo
Detentas da área de inclusão da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa fizeram, neste domingo (5), um motim no local. Os motivos foram a falta de refrigeração no ambiente, a insatisfação com o trabalho de uma das assistentes sociais que as atendem e o descaso - na versão delas - com uma detenta grávida (que entrou em trabalho de parto de manhã, mas teria voltado do hospital para a cadeia por falta de leito).Do lado de fora da unidade prisional, dezenas de pessoas de aglomeravam em busca de informações. Três presas, apontadas como líderes do motim que ateou fogo em colchões, foram levadas ao 1º DIP para indiciamento - o nome delas seriam Érika (a principal liderança), Elisângela e Vanessa.O trio fez outras três presas reféns, mas acabou sendo desarticulado segundo o secretário executivo da Secretaria de Estado da Justiça, coronel Bernardo Encarnação.Algumas detentas passaram mal e foram atendidas no local, mas segundo fontes não houve caso de ferimento grave.Minutos depois da conversa do PM com familiares de presos, duas detentas grávidas (entre elas a que ocasionou o motim) foram transferidas para a maternidade Ana Braga. Após a transferência, o batalhão de Choque da PM preparava-se para entrar na Cadeia. Informações extra-oficiais davam conta de novos focos de incêndio.
Detentas da área de inclusão da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa fizeram, neste domingo (5), um motim no local. Os motivos foram a falta de refrigeração no ambiente, a insatisfação com o trabalho de uma das assistentes sociais que as atendem e o descaso - na versão delas - com uma detenta grávida (que entrou em trabalho de parto de manhã, mas teria voltado do hospital para a cadeia por falta de leito).Do lado de fora da unidade prisional, dezenas de pessoas de aglomeravam em busca de informações. Três presas, apontadas como líderes do motim que ateou fogo em colchões, foram levadas ao 1º DIP para indiciamento - o nome delas seriam Érika (a principal liderança), Elisângela e Vanessa.O trio fez outras três presas reféns, mas acabou sendo desarticulado segundo o secretário executivo da Secretaria de Estado da Justiça, coronel Bernardo Encarnação.Algumas detentas passaram mal e foram atendidas no local, mas segundo fontes não houve caso de ferimento grave.Minutos depois da conversa do PM com familiares de presos, duas detentas grávidas (entre elas a que ocasionou o motim) foram transferidas para a maternidade Ana Braga. Após a transferência, o batalhão de Choque da PM preparava-se para entrar na Cadeia. Informações extra-oficiais davam conta de novos focos de incêndio.
