No dia 31 de janeiro por volta das 15 horas da tarde cheguei no hospital pronto Socorro 28 de Agosto em Manaus, com múltiplas fraturas expostas na perna direita. Ainda em Eirunepé onde me acidentei, foi prestados os primeiros socorros no Hospital Regional Vinicius Conrado pelo doutor Leonardo, que colocou os ossos fraturados dentro da perna e deu os pontos, deixando de forma que se fosse feita a cirurgia assim que eu chegasse em Manaus, o que não aconteceu.
Pelo contrario eu passei 09 dias apenas trocando o curativo da fratura exposta e recebendo medicamentos e a desculpa de que minha cirurgia não poderia ser feita enquanto não chegasse o material necessário, e esse material chegou mas o que vi foi outras pessoas que deram entrada depois de mim com casos não tão complexos como o meu sendo operadas.
Então certo dia, uma medica chamada doutora Ana, foi ate o meu leito, olhou e apertou minha perna e disse “já esta boa” e logo depois recebia alta, com a observação de que não poderia andar ou andasse com muletas. Mas como andar de muletas coma perna sacudindo quebrada em três partes, sem nenhuma fixação.
Entre outras fatos ocorridos durante minha internação, foi a inexplicável reação que tive após receber uma transfusão de sangue, que ate hoje não me explicaram o porque fiquei todo empolado, com febre e com minha cabeça parecendo que iria implodir.
Hoje dia 18 de fevereiro, me encontro de alta hospedado na casa de um amigo, aguardando conseguir uma consulta no Hospital Adriano Jorge para saber se vou poder ser operado ou se terei que deixar uma infecção tomar conta da minha perna, levando a amputação.
